quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

olá bom dia meus caros colegas, sejam todos muito bem vindo ao projeto elaboração de projetos de 2014.

domingo, 26 de janeiro de 2014

domingo, 20 de janeiro de 2013

Esta dica eu gostei muito, o quando temos para aprender com essa tal tecnologia atual e essas inovações.
7 dicas para usar tecnologias em sala de aula e manter a atenção
Redes sociais, jogos e outras ferramentas fazem com que as aulas sejam mais interativas e dinâmicas. Veja sete maneiras de usá-los da maneira certa e não perder o foco.
O uso de tecnologias em sala de aula pode trazer diversos benefícios. Professores e alunos interagem de diferentes maneiras e o aprendizado e ensino são feitos de forma mais acessível e dinâmica. Porém, quando usadas de forma errada, essas ferramentas podem causar distrações e acabar com todo o planejamento e objetivo da aula.
Veja sete dicas para que professores e alunos aproveitem ao máximo as tecnologias em sala de aula:
Dicas tecnologias em sala de aula: 1) Interação direta
A interação proporcionada pelas tecnologias faz com que os estudantes sejam muito mais ativos em sala de aula, evitando a simples transferência de informações. Encoraja essa troca de experiência através das redes sociais. Outra possível atividade é sugerir aos alunos que façam um vídeo com as informações aprendidas em sala de aula.
Dicas tecnologias em sala de aula: 2) Participação
Para alunos mais tímidos, essa é uma ótima opção. Você pode envolvê-los em uma contribuição diferente, com vídeos e outros recursos, exigindo que os alunos venham para sala com maior preparação e participação na construção da aprendizagem.
Dicas tecnologias em sala de aula: 3) Navegue online
Durante a aula, deixe separadas algumas informações online sobre o conteúdo que está desenvolvendo. Por exemplo, em aulas de história e geografia você pode selecionar podcasts, vídeos e imagens que tratem de forma diferenciada a informação tratada, como complementação do que você está ensinando.
Dicas tecnologias em sala de aula: 4) Peça pesquisas
Em outro momento, você pode pedir aos alunos que façam essa pesquisa de conteúdos diferenciada. Eles trarão os recursos para sala de aula, garantindo ainda mais interesse naquilo que será passado.
Dicas tecnologias em sala de aula: 5) Projetos
Desenvolva projetos tecnológicos. Eles podem tratar sobre as próprias plataformas como também sobre o funcionamento dessas mídias. Os alunos poderão conhecer seus sites preferidos de maneira acadêmica. Um ótimo exemplo é estudar os fatores que contribuem para os trending topics do Twitter, como posição geográfica e contexto global.
Dicas tecnologias em sala de aula: 6) Use eventos reais
Esse recurso é válido principalmente para estudantes mais velhos, que gostam de associar seus conhecimentos com práticas diárias. Eles podem estudar campanhas políticas, conflitos, bolsa de valores, entre outros assuntos, a partir do mundo virtual.
Dicas tecnologias em sala de aula: 7) Relembrar
Para relembrar conteúdos vistos em sala de aula, os alunos podem gravar um vídeo de até cinco minutos com os pontos principais tratados sobre a matéria. A sala pode eleger o melhor vídeo e usá-lo como guia para os estudos.

 

terça-feira, 22 de maio de 2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

PRATICANDO ARTE COM PROJETOS

O artesão é aquele que, através da sua criatividade e habilidade, produz peças de barro, palha, tecido, couro, madeira, papel ou fibras naturais, matérias brutas ou recicladas, visando produzir peças utilitárias ou artísticas, com ou sem uma finalidade comercial. Ele trabalha sozinho ou com assistentes e tanto pode fazer peças únicas como trabalhos em série, contando ou não com a ajuda de ferramentas e mecanismos rudimentares ou semi-industriais. São artesãos e artesãs: talhadores, gravadores, escultores, pintores, ceramistas, rendeiras, bordadeiras, tecelãs, aqueles que criam instrumentos musicais, bijuterias e peças de madeira para uso diário, cestas, gamelas, colchas de retalhos e brinquedos, entre outras coisas. Em muitos casos, quando os objetos produzidos não têm um caráter utilitário, isto, é são feitos apenas para ser apreciado, o artesanato se confunde com a arte. Nesse sentido, podemos dizer que as escolas hoje possuem grandes possibilidades de trabalhar a Arte, com intercambio cultural, social, fazendo com que os educando a partir de sua criatividade, possam se libertar da forma conteudista repassada no contexto da sala de aula. Cabe a escola e aos profissionais que nela atuam buscar alternativas de desenvolver ações afetivamente práticas nesta área do conhecimento

PROJETO ESCOLA ABERTA (SILVA FREIRE 2011) ARTESANATO COM BARBANTE





quarta-feira, 14 de março de 2012

UTILIZANDO-SE DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS ATUAIS:

O uso da internet na escola pode exemplificar a multiplicidade de recursos que podem ser utilizados em situações de aprendizagem. Um dos recursos bastante conhecidos são os sites de busca, que podem facilitar e incentivar o aluno na pesquisa de informações e dados. Outro recurso da internet que também vem sendo explorado educacionalmente são as ferramentas de comunicação, como correio eletrônico (e-mail), fórum de discussão e chats. Estes novos meios de comunicação favorecem o estabelecimento de conexões entre pessoas de diferentes lugares, idades e profissões. A troca de idéias e experiências com pessoas de diversos contextos podem ampliar a visão do aluno no sentido de fornecer novas referências para sua reflexão.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sejam todos bem vindos ao ano de 2012.

O envolvimento do aluno no processo de aprendizagem é fundamental. Para isso, a escola deve propiciar ao aluno encontrar sentido e funcionalidade naquilo que constitui o foco dos estudos em cada situação da sala de aula. De igual maneira, propiciar a observação e a interpretação dos aspectos da natureza, sociais e humanos, instigando a curiosidade do aluno para compreender as relações entre os fatores que podem intervir nos fenômenos e no desenvolvimento humano. Essa forma de aprender contextualizada é que permite ao aluno relacionar aspectos presentes da vida pessoal, social e cultural, mobilizando as competências cognitivas e emocionais já adquiridas para novas possibilidades de reconstrução do conhecimento (PCN - Ensino Médio, 1999).


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

REFLEXÕES:

A figura do pedagogo existe hoje como a figura do educador, do professor, do mediador, daquele que ao ensinar, aprende com seu aluno, daquele que reflete sobre sua prática. O momento atual, de grandes transformações já não se contenta com a aquisição, pura e simples, da leitura e da escrita. Hoje, temos um mundo profundamente alterado, não só em termos da pós-industrialização, mas, sobretudo, em relação às demandas humanas. A escola hoje deve ser o espaço que possibilita questionar criticamente, pensar, sentir, atuar. A escola de hoje precisa de bons profissionais como professores, de parceiros, formuladores de novo fazer. A formação e o desenvolvimento profissional são necessários e devem ser promovidos nas universidades, pois, sem dúvida é o local apropriado a tal formação.

2012...chegou....vamos recomeçar.

OLÁ...CAROS COLEGAS...ESTAMOS DE VOLTA.....GRANDE ABRAÇO....

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SE APROXIMA O FINAL DE ANO.

Vamos aproveitar esse final de ano para fazermos nossas reflexões sobre as práticas desenvolvidas em nossas sala de aluas e apartir daí, organizarmos novos rumos para as inovações pedagógicas.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

o processo:

A compreensão dos limites da prática educativa demanda indiscutivelmente a claridade política dos educadores com relação a seu projeto. Demanda que o educador assuma a politicidade de sua prática. Não basta dizer que a educação é um ato político assim como não basta dizer que o ato político é também educativo. É preciso assumir realmente a politicidade da educação. Não posso pensar-me progressista se entendo o espaço da escola como algo meio neutro, com pouco ou quase nada a ver com a luta de classes, em que os alunos são vistos apenas como aprendizes de certos objetos de conhecimento aos quais empresto um poder mágico. Não posso reconhecer os limites da prática educativo-política em que me envolvo se não sei se não estou claro em face de a favor de quem pratico. O a favor de quem pratico me situa num certo ângulo, que é de classe, em que divisa o contra quem pratico e, necessariamente, o porquê pratico, isto é, o próprio sonho, o tipo de sociedade de cuja invenção gostaria de participar.